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NELSON
LEIRNER |
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JORGE
GUINLE |
Convém observar que não há nenhuma linha condutora, nenhum monolitismo nas escolhas, como se um tipo de linguagem fosse a priori melhor do que outro. Convivem neste conjunto arte figurativa e abstrata, engajamento, ironia amarga (como em Leirner) e requinte, internacionalidade e busca da raiz brasileira, até popular; enfim lirismo, alta expressividade, equilíbrio e construção. O que une todas as obras é, primeiro, a superfície bidimensional, o fato de que se destinam à parede, com predominância da pintura. Segundo, a competência e acerto de cada uma em relação a seu próprio tipo de proposta. Linguagens diferentes exigem acertos diferentes.
Somando-se a eles, Artur Lescher se torna, merecidamente, uma espécie de convidado especial. Único escultor do grupo, Lescher, aos 44 anos, não é só um dos expoentes da nova escultura brasileira. Pela clareza e justeza de seu trabalho está a caminho de se tornar, rapidamente, um clássico. É outra aposta mais que vencedora.
Olívio Tavares de Araújo
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DUDI
MAIA ROSA |
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ARTUR
LESCHER |
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EMANUEL
NASSAR |
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DANIEL
SENISE |
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PAULO
WHITAKER |
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